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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Compreender

Tu não me amas
Isso já sabia
É tudo uma mentira
Criada por mim
Com a finalidade única
E egoísta que pode existir
O prazer
Tentando fugir do sofrimento
Busco essa ilusão
Pura ilusão
Não te amo pelos motivos certos
Porém de todas as formas erradas
Que possam existir
Assim sem explicação
Seria loucura tentar encontrar uma cura
Porém o tempo é um fiel remédio
Um companheiro para as noites em claro
Resistente nos momentos de solidão
O tempo...
Parece tão doloroso
Tão cruel...
Existem tristezas prolongadas
Como lutar contra elas
Dia após dia
E o sol que nos libertará
Recusa-se em levantar
E nossa esperança na certeza que virá
Então soframos não muito
No equilíbrio
“ Equilíbrio de sofrer?!”
Sim
Aquele que não sofre no tempo de sofrer não vive
Não entende
Pouco supera
E aceita bem menos ou nada
Vivamos tudo
Alegrias
Sim
Com muita intensidade
Tristezas com limite
Vivamos
Sintamos
Sejamos
Busquemos entender
E vez ou outra
Amemos
Pela verdade nisso.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dedico as tuas mãos

Às mãos que as minhas não toca
Ao Olhar que ao meu não busca
És tu intocável
Ou faço isso por ti
Tantos olhares as vezes que buscam o meu
E o meu foge
E espera apenas o teu
Tu me trazes paz
Ainda que tu não tenhas essa intenção
Ainda que... o mundo das intenções tu não conheças
Às vezes sinto uma energia
Que sai de ti
Alcançando a mim
E nossos sentires não são táteis
São eles fluidos de nós mesmos
Nossos olhares não se encontram nos cruzares
Mas se satisfazem com os desencontros
Pois neles existe real
O que tu fizeste para tomar toda minha atenção?!
Para teres todos os meus quereres
Quando dividimos um mesmo ambiente
De repente surge o buraco negro ao meu redor
Todos esses
E aqueles

E aquelas
Todos os aqui
Os lá
Os acolá
Tudo sob
E acima
.......................
Só o vazio

Ainda que olhe para frente
E tu não estejas
Estando acá ao lado
Tudo está escuro
E tu brilhas como uma luz
Guiando-me nessa escuridão
Eu desejo que essas horas sejam eternas
E já a são nessas palavras
Que o leitor sinta os meus sentires
Que ame pelos meus amares
Encontre paz
Na paz que eu sinto
Não é preciso fechar os olhas
Basta querer

De olhos aberto há multidão
........................
Não há ninguém

Os muitos sons, ruídos, barulhos, atritos
...........................
Somente o silêncio

Alguém pergunta algo
Alguém responde
Não importa a pergunta
Importa que suma o perguntador
Há um prazer em nossa presença
Que torna o tempo de repente infinito
Mentiroso! Pois bem sabemos que não o é
E chegou a hora
Assim como nosso cumprimentar
Foi feito sem palavras
Apenas com imagens
E essas sem troca
Nosso despedir é igualmente solitário
É igualmente verdadeiro
E se faz no mudo
No silêncio
Na ausência
Na falta
Importa realmente caro amigo 
Se existe troca?

Importa a dúvida
Importa que na falta de concretos atos
Exista concretos sentires
Reais sensações
E pura libertação
Assim me despedi de ti
Nos últimos minutos aos quais te vi
Meus olhos deleitavam a visão
Foi se indo
...
...
Indo
...
....
....
Indo, Adeus.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Amor, verdadeiro amor


Que sentimento é este que leva o nome de amor?!
Como saber quando dizê-lo?!
Não por impulso
Ou por tradução de gostar de momento
Que sentimento é este?!
O qual subjugo
E ele me subjuga
Um sentido que se perde nas palavras que o traduzem
Um medo de dizê-lo
E não sê-lo
Um querê-lo
Pelo prazer essencial que ele produz
Um prazer que nasce do medo
Do medo de tê-lo tão perto
E não podê-lo dizer
Ele nasce de um querer
Desse desejo de um ser
Em relação a outro
Esse outro ao primeiro olhar não lhe parece diferente
De nenhum outro ser qualquer
O seu dia não nasceu como os romances falam
Diferente...
Era um dia comum
Acontecimentos corriqueiros
Nada que indicasse que ocorreria algo diferente
E o leitor que se sentiu atraído pelas palavras
Sentir-se-á traído ao saber que nada ocorreu que indique o contrário
E quando um dia finda
E outro nasce
E as coisas comuns acontecem
Sem sons de flautas e luzes reluzentes
Tu conheces, um outro
Esse te atrai a atenção por algo que diz
E a primeira vista some
...............................
E surge a segunda
Um desejo trocado
Uma aparência
Uma beleza que morre ao despedir
Estranho como o nascer do sol
Que não nos pede licença e nasce
O que esse outro tem?!
A primeira vista interessante
A segunda atraente
E as terceiras, quartas, quintas, sextas... ... ...
Ele não some
Torna-se um querer
Tu começas a ver qualidades
E reage aos defeitos com pouco caso
De repente não é mais um ser
É a tradução de várias palavras
Para um sentimento
Dito Amor
Em tempos antes destes
Tão comemorado
E uma palavra com tanto poder dentro de si
Em tempos modernos
Nosso atual
É tida como vazia
Se existe um ser na terra
Que extrai de ti
O teu melhor
Teu néctar
Que te faz querer
Ter nos olhos dele o teu reflexo
Acho que estamos colocando sentido no vazio
Então vou dar forma ao meu vazio
Que medo é esse
De se ter algo
Que não se sabe como é?!!
Medo de a ilusão ser mentira
Ou da mentira ser verdade
........................................
Eu não o vejo
Com os olhos abertos
Mas quando os fecho
Experimente leitor
Feche também
E apenas ouça
.............................
Aqui a escuridão toma forma
E nesse sombrio vazio sem luz
Minhas mãos percorrem um caminho novo
Sentem um toque
Que começa onde o desejo real
Não pode ser realizado
E deixa de ser mentira a ilusão
E por todo o seu corpo
Percorre lentamente a minha mão
E a sua mão corresponde
Ao que os toques falam entre si em silêncio
Toque de rosto
Toque de toque...

Toque...


E mais toques... ...

Sentimentos que aquecem de dentro pra fora
E então abro meus olhos
..........................................
Foram simples sentimentos
Transformados em palavras
No mundo real
Dois distantes
Palavras não ditas
Atos não feitos
Situações não vividas
...............
E ao tempo
Tempo...
E ao meu desejo esperança
De um dia quem sabe... ...
Leitor venha para o mundo real comigo
Destinos trocados
Caminhos opostos
Ora ocasionalmente cruzados
Mas realmente diferentes
Vontades
Porém difíceis de saber se são verdades
No real eu vi uma atenção
Que não era para mim
Um olhar que não buscava o meu
Um querer não para mim
Perto desse outro ser
Não sou eu
Não sei quem sou
Palavras não saem
E quando saem perdem o sentido
Cheio de desajeito
Fica a mentira
Tenho outro ser em minha mente
Pergunto a ti outro ser
“Tens quem em tua mente?”
Essa é a tradução nos entre espaços
Dessa palavra perdida
Então o amor é eterno?!
É correspondido?!
Desejado?!
Querido?!
Ou é apenas uma palavras
Com muitos tradutores
Muitos sentires
Muitos...quereres
Te querer tem um preço alto a ser pago
Requer muito de mim
Ou de repente deixei o medo falar por mim
Não posso sonhar
É demais para mim
Preciso que partas
Parta.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Adeus, adeus


O caminho das dores
É um caminhar estranho
Repleto de significações
De sentidos que machucam
Aí se entende o fugir dele
O correr sem olhar para traz
Aí se entende o caminho desenhado pelas lágrimas
Elas como um pedido de socorro
Não mudo
Expressivo
E caem...
E pedem
Socorro!!!!!!
Socorro!!
Socorro!
Socorro...
Dor de alma
Dor de entranhas
Sombrias e frias...
E nos na busca de um consolo
De um ombro para recostar a cabeça
Um apoio
Palavras
Pessoas...
As quais não há
Estás só
Então sejamos dois
Encoste- se perto de mim
E nossos corações se ouvirão
Sentir-se-ão
Consolar-se-ão...
Digamos adeus às dores!
Adeus aos sentimentos des- prazer -osos!!!!!
Digamos sim
A sabedoria que tiraremos dessa tristeza
Do conhecimento que não tínhamos
Até que as lágrimas começassem a cair
Elas são finitas
Outrora eram outras
Agora são essas
Amanhã já não serão mais
Elas trazem irmãs
Companheiras...
Levem consigo o que as convidou!
E deixe apenas a libertação
O entendimento
Adeus tristeza!!!
Adeus!
Adeus...
Seremos mais nós
Mais eu e você
Saíamos agora 
Fujamos para dalém daqui
Quem sabe?
Talvez?!
Vamos!
Cheguemos
Chegamos
Venha à paz
Venha à luz
Prazer
E alegria
Sorrisos
E felicidades
Venham
Cantares
Danças
Venham
Sim
Venham
Entrem
Sim
Sim
Sim
Fiquem
Aqui
Agora
Para sempre
Um sempre sem prazo
Sem determinação
Nem obrigação
Sem necessidade
Fiquem por querer
Por gostar
Eu gostos dos sorrisos
São tão bonitos
Tão gostosos
Saborosos
Carinhosos
Convidativos
Um sorriso convida o outro
Que vem às vezes
Tímido
Meio reprimido
As vezes forçado
Mais vem
E de repente são dois
O meu que convidou o seu
O seu que aceitou o meu
Eles se apoiam
Sorrisos que ultrapassam as bocas
E entram na alma
E dizem a ela sejamos junto contigo
Verdadeiros
Sinceros
E puros
Inocentes nascemos
Então sejamos assim
Felizes
Não esqueça
Felizes.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Acredite


Por que você não me procura?
Por quê... você não me encontra?
Não digas que não sabe o caminho
Nem que tens outra
Não digas... nada

Apenas me encontre
E que me importa a verdade
Não me importo com nada
Apenas me aches

Logo!
Num logo
Que não seja nem mais um dia
Além de hoje

Versos diferentes precisam nascer
Que tenham um sentido diferente
De troca
Que me importa
Sem troca nenhuma

Lábios beijados
Que não trazem saudades
Lábios ainda não beijados
Que trazem um desejo

Quem me dá poder de inspirar
Deixa-me cheia de palavras minhas

Onde você está?!!!!!!!!
Diga que ao abrir a porta
Tu estarás ali

Se não for verdade
Que o vazio
Leve esse inspirar
Esse querer

Que capacidade estranha
Essa de tirar do interior
Palavras...
Que não são palavras
São sentires...
Vontades...
Desejos...
Vazio...
..................
Encontre-me
Estou entre essas palavras
Eu te ensino o caminho
Ensino-te a me ver

Mesmo estando nós
Em lugares diferentes
................................
Pegue um desejo duvidoso
No interior de si
Algo que de um estranho modo
Não te abandona...
Algo que tu não entendes
Uma sensação...
Uma ligação... ...
Caminhe com passos largos em direção ao infinito
Um dia desses...
Um dia qualquer... ... ...
E esse dia
No meu querer seria ontem
Caminhe sem rumo
Sem destino...
Confie em uma intuição
Algo muito estranho
Que te faça sentir-se um bobo por acreditar
E tenho certeza que me encontrarás

E tu quando lia
pensava
“Por que tu
Que sabes onde estou
Vem a mim?”
Porque apenas nesse papel
Consigo ser eu mesma
Aqui não encontrarás uma incerteza
Não estou tentando te impressionar
Sou eu
Despida de vaidades
Sem mentiras
Sou assim...

Pela dor
Moldada...

Por crescer
Triste...

Por perder a inocência
Sem consolo...

Por ir contra a multidão
Rejeitada...

Por aceitar as diferenças
Incomum...

Vi-te outro dia
Numa foto antiga
Nem sei bem onde achei
Mundo moderno
Cheio de achares

Eu te amaria sabia
Se tivéssemos algum tipo de ligação
Amigos
Vizinhos
Co-cidadãos de um mesmo lugar

Eu estaria ao seu lado
Não te abandonaria
Mundo estranho
Vidas sem sentido...

Sim!
Bem sei que os desejos humanos são falhos
Nem tão inocente sou
Para não enxergar
Que precisamos ser moldados


Mesmo assim
Eu te amaria... ...
Em qualquer estágio
No berçário
Na pré-escola
No juntar de crianças na rua
Na varanda de casa esperando a chuva passar
Sentados na beira da quadra esportiva

Amar-te-ia
Seriamos apaixonadas
Na adolescência louca

Eu estaria ao seu lado
Pois sei que teve horas difíceis...

Tu estarias ao meu lado
Pois tive momentos sofridos...

Porém?!
Talvez?!
Quem sabe?!!
Ou muito provavelmente
Não estávamos preparados

Com meus amores
Que findaram
Sou outra

A mesma
Porém com experiências
Na vida

Eu te amaria
Mas isso não significa que estaríamos juntos...
Que estamos juntos...
Estaremos juntos...

Tu dizes que é assim
“ Eu sou assim “
Não quero acreditar
Realmente gostaria que não fosses

Seria mais fácil
Assim abandonaria esse sentimento
Por acreditar em uma mentira
E tu dizes que é verdade

Se for
Meu inspirar é verdadeiro
Mas apenas um inspirar
E nada mais

Hoje
Sem querer eu te encontrei
Despercebida deixei
Uma lembrança de mentira
Invadir-me

E de repente
Um sorriso em direção ao nada...
E uma felicidade sem explicação...

Mas eu me repreendi
“Não posso”
“Não irei”
Perdoe-me

Não posso sonhar
Consequentemente
Não posso te amar...

E o leitor
Acredita
Que existe uma história de amor

Decepcionarei não somente o leitor
Mas ambos
Pois não existe nada.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

E o tempo levou

Tempos difíceis
Tempos de dor
Inquietos
E sombrios

Tristezas profundas
E sem sentido

Dores sem raízes
Sem significados...

Multidão de pensamentos
Confusos
Sem rumo...

Tremores de alma
Longínquos
Vazios...

Saudades infiltradas na vida
Nos rins
No coração...

Amores sem amado
Sem reais realidades
Sem trocas...

Hoje é o dia D
De libertação
De reconciliação

Reflexões sem prazo
Sem entendimento
Inoculadas

.........................

Será que hoje chove?
Espero que sim 
O que tu achas?

........................

Estamos tão só
Tão...
Tão... ...

Eu sei

......................
Abrace-me
Estás mais leve
O que achas?
Largue-me
Vamos caminhar?
Estou cansado
Mas eu fico com você
..........................

Está difícil!...
Hoje é um desses dias
Os dias sem felicidade

Eles se vão eu sei
E tu também sabes

Porém são assim?
Assim...
Assim... ...

Ainda bem que estás aqui
E eu aí contigo
Queres conversar?
Ou queres refletir?
Se quiseres ficar só
Eu me vou
Ou se preferires
Me viro de costas
.........................

É na alma sabia
Não é fora
É dentro
.........................

Consegues olhar?
Eu sei bem como é
Sei que precisas de mim
É recíproco 
Sabe o que podíamos fazer
Sentar-nos frente a frente
E sem dizer nada ficarmos assim
Com nossos olhos fixos
Consolando-nos
Aceite.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Falando eu


            Nasci!...Então assim começou minha vida. Rodeado de paparicos até chegar outro e tomar meu lugar. Agora começa a luta entre mim e ele, disputa pelo centro das atenções. Mas adivinha quem vence, ele, essa foi fácil convenhamos, pois é o mais novo.
            Cresço e a vida continua. Sou importante no mundo agora, conquistei meu espaço, aqui é meu terreno, meu lugar, meu trabalho. Quando acordo minha mulher está dormindo ainda. Levanto, me arrumo e tomo café meio morno não gosto de café quente. E lá vem ele, caminhando na minha direção querendo carinho. Abraço ele, pois o amo, mas suga as atenções da casa, meu filho.
              Vou para o serviço. Quando chego sento-me na minha cadeira ao lado de duas amigas. Atendo pessoas o dia todo, elas acham que estou ali a dispor de suas frustrações. Eu finjo que não é comigo pois estão chamando a atenção para si. Dia cheio, vou embora de ônibus, um estranho puxa assunto comigo,  tento ser simpático e respondo. De repente estamos batendo um papo, eu e esse estranho, rindo ele puxa para si o centro da conversa, eu o ignoro e tchau.
               Novamente em casa. Até que enfim minha casa, sentado às vezes deitado. Tem um mendigo, preguiçoso na calçada está todo dia ali. Ele nem olha para mim, tem o pé enfaixado, deve ser um truque para arrancar dinheiro dos outros. Eu levanto cedo e ele ali, trabalho, tenho contas para pagar e ele ali só esperando esmola. Ele tem um monte de amigos, eu os vejo bebendo e rindo. Rindo de que?! Eu nem consigo abrir meio sorriso. E em casa vem ela ,a dona da casa, mobilhou, escolheu a cor, o lugar. Eu só paguei. E ao pisar em casa  já vem reclamando, falando que eu não dou atenção. Poxa!!! Estou cansado! Penso, mas não falo e grudado nela o suga atenção, querendo carinho também. Tive apenas dois anos para aproveitar meu reinado, isso ao qual lembro- me, agora sou espectador dele.
               Vou sair com amigos. Quero esquecer tudo e beber. E lá vem ela, “Nada de beber”, e “Nem chegar tarde”. Cuida da minha vida também. Janto e saio. Lá, todos com o mesmo problema, bebemos, falamos das mulheres que não vamos ficar, de futebol, agora sim meu terreno. De repente toca o telefone, “Que horas vai chegar?”.
               Vida nova. Cansei, agora moro sozinho, vejo o grude todo fim de semana. A casa é minha, eu escolhi os móveis, está tudo uma bagunça é nostálgico... E ela liga cinco vezes mais, é pensão, remédio, médico. Arrumou outro rápido que se vire por lá.
                Casei de novo. Outro suga atenção, outra dona da casa. Então me pergunto por que separei da primeira, se acabei caindo na mesma armadilha. Mas a solidão era horrível. Ainda lembro-me do bêbado na porta de casa, o invejo sujeito descompromissado, livre, feliz...
              Morri. Agora com 80 anos, deixei dois filhos, cinco netos e duas mulheres. Enfim consegui meu dia, o dia do meu funeral, só meu. Eu era o centro da atenção por pouco tempo, mas o importante é que era meu. Agora vou descansar em paz.