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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O que somos?

O que somos? O que nos tornamos? Quanto de nós se perdeu no caminho? O quanto se renovou? O que queríamos ? 
Vejo sorrisos, onde sei que lágrimas escorreram.
Vejo a vida se renovar nas nossas crianças, filhos, sobrinho, afilhados, amigos.
Vejo novas histórias sendo escritas, outras sendo relidas, outras aguardando o seu tempo de encerrar.
Nascemos com a certeza do fim e com a possibilidade de construirmos bons momentos com o que possuímos, com o que temos por hoje. Não nos alicerçando em ilusões do que seria, ou como será. mas com o que é, no presente do indicativo.
É por isso que nascemos, para transformar cada dia, no dia único que o torna, sem desespero, sem medo de que ele escorra por entre os dedos.
Dia dar um sorriso para o colega no serviço, de saborear um bolo feito pelos amigos. De enfrentar os dias que também são difíceis, aprender com eles, crescer, nos tornarmos mais fortes. De agradecer a Deus pelos bons presentes, pelas surpresas que cruzam nossas vidas assim de forma inesperada. Essas que podem ser um colega de classe que se torna o seu grande amor fraternal, essas belezas que chamamos de pai, mãe, irmãos, avós, cunhados, amigos. Essa é a vida cheia de mistérios mistos e bons também. E vez ou outra compartilhar de sentimentos de amor, de sentimentos de querer bem a pessoas que um dia eram tão comuns, tão flashs. Viver momentos sem medos livres de todas os nossos prés, momentos novos desarreigados de traumas inconscientes, que insistem em tirar da vida as característica de incertezas

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